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Colégio e Faculdade Sinergia vivenciam transformação digital em época de pandemia

Uso de ferramentas digitais e investimento em tecnologia garantem ano letivo e qualidade no ensino

Uso de ferramentas digitais e investimento em tecnologia garantem ano letivo e qualidade no ensino

 

A partir do dia 23 de março as instituições de ensino iniciaram um período completamente novo e desafiador, imposto pela pandemia do COVID-19. Por não ser mais possível o convívio social diante dos riscos de contaminação, professores passaram a ministrar aulas pela internet, um marco que colocaria à prova a criatividade e o potencial dos colégios e faculdades em relação à tecnologia. Os mais preparados saíram na frente.

No Sinergia o processo de adaptação foi quase imediato, já que a instituição conta com uma moderna plataforma de ensino, o UNIMESTRE, software de gestão escolar que permite a realização de aulas, avaliações e atividades diversas. Segundo o vice-diretor do Sinergia, Joãozinho Matos, para suportar a quantidade diárias de acessos, foram necessários investimentos para que as ferramentas pudessem ser acessadas livremente. No UNIMESTRE estão disponíveis fóruns para bate-papos, provas, produção acadêmica, agendas, tarefas, recados, registro de frequência do aluno. O Google Meet também passou a ser um aliado dos professores para interação com os alunos.

Conforme a coordenadora acadêmica da Faculdade Sinergia, professora Lúcia Mateus, é preciso deixar claro que as aulas são remotas on-line, diferente do ensino a distância. Aulas remotas on-line são uma metodologia e o EaD é uma modalidade. “No conceito do Ministério da Educação, o EaD é a modalidade educacional na qual alunos e professores estão separados, física ou temporalmente e, por isso, faz-se necessária a utilização de meios e tecnologias de informação e comunicação. No ensino remoto on-line a interação professor e aluno é diária, com aulas ao vivo e materiais personalizados elaborados para cada disciplina”, observa.

Nas aulas remotas, o professor cumpre rigorosamente o calendário e os horários das disciplinas. No Sinergia, as aulas do colégio e da faculdade ocorrem no horário normal da grade, o que exige disciplina ao aluno.

Salas de aula estão vazias, porém o regime home office exige muito dos profissionais. Direção, coordenações e corpo docente mantém as atividades diárias e estão à disposição dos estudantes para qualquer situação do cotidiano acadêmico. “Nosso maior compromisso é com a qualidade do ensino e aprendizagem. Sem dúvidas, pela avaliação recebida de pais e alunos, o método está sendo eficaz. Infelizmente, não há alternativas num momento tão difícil como esse em que vivemos, então cabe a nós toda a dedicação necessária para o maior aproveitamento das aulas ”, fala o diretor geral, professor João Matos.

Para a aluna do 5º período de Engenharia Civil, Maithe Zonta Sampaio, a experiência exige esforços de todos. “Estamos aprendendo a ser resilientes e a trabalhar em equipe”, observa. Ela diz que as rotinas foram readaptadas e as aulas seguem o ritmo da sala de aula.  “No horário de aula temos a mesma liberdade, podemos conversar por microfone, desenvolvemos os exercícios, tudo da forma mais normal possível. Quando a aula termina, os professores costumam nos dar acesso a gravação daquela noite, assim se acontecer algum problema na internet não perdemos nada e podemos rever as explicações”, analisa.

 

A aluna do 5º período de Engenharia Civil destaca a resiliência como fator fundamental para enfrentar o novo momento

A aluna do 5º período de Engenharia Civil destaca a resiliência como fator fundamental para enfrentar o novo momento

 

Inovação e adaptação para a educação básica

No Colégio, a rotina permanece a mesma e as famílias são aliadas para que o aprendizado seja alcançado. “Ao recebermos as primeiras notícias sobre a necessidade do afastamento social, aceleramos as melhorias e investimos na capacitação dos nossos profissionais para que todos pudessem assumir novas responsabilidades”, destaca a coordenadora, Elenir Cavíglia. A maior preocupação desde o início foi com o calendário escolar, para não comprometer o ano letivo.

O maior desafio do ensino remoto de emergência recai sobre os educadores. Como adaptar os conteúdos, as dinâmicas de sala, as aulas expositivas e as avaliações sem prejudicar o processo de aprendizagem? Como manter os alunos interessados e engajados? A tarefa é ainda mais complexa para aqueles que atuam em áreas distantes da tecnologia ou que lecionam para crianças menores. Por isso, a coordenação pedagógica e a direção também aceleraram suas funções em busca de recursos e formação visando apoiar, instruir e capacitar os professores, com apoio técnico, regras objetivas e definidas para o formato do modelo remoto de aula, que até então era algo inimaginável. “Estabelecemos padrões no uso da plataforma de ensino online e das redes sociais pelo corpo docente, de acordo com faixa etária dos alunos, bem como, a organização dos roteiros de aula, exibições de vídeos autorais e a comunicação remota com os alunos. Isso foi fundamental para que as turmas estivessem cientes dos formatos adotados para melhor se adaptar à nova rotina”, enfatiza.

 

No retorno à normalidade do ano letivo, uma avaliação criteriosa será feita sobre o período de aulas remotas. “Queremos ir a fundo para saber os resultados conquistados por alunos e professores. O ensino presencial nunca mais será o mesmo, mas sim melhor. Aprimoramos os processos, as tecnologias, as habilidades dos professores para uso de ferramentas digitais e isso trouxe amadurecimento à instituição. Somos capazes de enfrentar juntos as situações mais difíceis e superá-las”, conclui o diretor geral.

 

Entrevistamos o coordenador técnico do curso de Engenharia de Produção, professor doutor Douglas Ferreira Vidal, e a professora Josiane Nicolodi, sobre a implantação de aulas remotas e de que maneira alunos e professores estão se adaptando às ferramentas.

Como podemos entender o que caracteriza as aulas remotas?

O nosso modelo de aulas remotas foi planejado pela própria comunidade acadêmica da Faculdade Sinergia, com a participação de todos (professores, alunos, coordenadores de curso, administração e direção). Um fator de destaque das nossas aulas remotas é o seu caráter customizado. Nossas aulas acontecem para especificamente o mesmo grupo de alunos que tinham aulas presenciais em sala. São ministradas por vídeo conferência em tempo real pelo professor da disciplina (mestres e doutores no caso da Faculdade Sinergia), com o uso do Google Meet, garantindo assim uma interação síncrona, segura e eficiente entre os acadêmicos e entre os acadêmicos e o professor. O aluno pode tirar suas dúvidas durante a aula (e é estimulado a fazê-lo), e o professor o responde no mesmo momento, assim como nas aulas presenciais. O modelo de aula remota da Faculdade Sinergia é exclusivo para nossos alunos. Nossas ações são direcionadas nesse sentido.

Quais os desafios dos professores nessa época de pandemia?

Penso que nosso maior desafio está em mostrar ao aluno que mesmo nesse momento de incertezas pelo qual passamos devemos continuar focados nos estudos. É a melhor coisa a se fazer. As dificuldades e problemas aparecem todos os dias, afinal trata-se de um cenário novo para todos nós. Mas o foco nos estudos e a unidade que estamos criando (toda a comunidade acadêmica do Sinergia está bem alinhada) nos permite atuar na solução rápida dos problemas, e no atendimento aos nossos acadêmicos.

De que maneira se adaptaram ou estão se adaptando?

Estamos tentando manter um cenário mais próximo possível das aulas presenciais, com as aulas remotas customizadas e com a interação em tempo real entre alunos e entre professor e aluno. Também usamos as ferramentas de apoio do sistema Unimestre (recado, fórum, produção acadêmica e prova online). Nossos alunos têm nos auxiliado com feedback das questões positivas, e nos mostrando pontos de fragilidade que devemos melhorar. Todos os professores têm se empenhado bastante nesse momento de superação (aproveito para manifestar meu agradecimento e reconhecimento pelo esforço). Periodicamente avaliamos o cenário e nos reunimos para discutir o modelo de aula adotado até aqui. O modelo é bastante dinâmico, e vêm evoluindo ao longo do tempo, com as contribuições de toda a comunidade acadêmica.

Quais experiências deram certo?

Como experiências positivas de maior destaque no curso de Engenharia de Produção nesse período de pandemia, podemos citar nossa participação em congresso online de engenharia de produção, a fabricação de protetores faciais (que estão sendo doados aos hospitais e estabelecimentos de saúde da cidade e da região), o elevado índice de presença e participação dos alunos nas aulas remotas via Google Meet, a aprovação de trabalhos acadêmicos desenvolvidos pelos nossos alunos para apresentação em conferência internacional de engenharia (IJCIEOM 2020/2021) e o constante envolvimento dos professores, acadêmicos e direção com o desenvolvimento do curso, e do nosso modelo de aulas remotas customizadas.

 

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Última modificação: 13/05/2020

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